Entenda o processo da desencarnação

Escrito por: David Mukasey - 27/01/2021

É comum ouvir alguém dizer que tem medo da morte. 

Desde tempos remotos até os dias atuais, o medo da morte é ainda rotulado como a origem e a evolução de todos os demais medos.  

Segundo a Doutrina Espírita, esta é uma energia que escolhemos e usamos em nossas realidades, como uma energia poderosa, uma reação emocional e mental diante do desconhecido, da insegurança perante o futuro.

A Doutrina esclarece ainda que a desencarnação é a transferência de um plano para o outro, o retorno para a verdadeira vida que proporciona a continuidade da evolução moral e intelectual que todos precisamos alcançar.

Segundo Amit Goswani, autor do livro “A Física da Alma”, a separação da alma e do corpo é um fenômeno natural que tem sido tema de discussões, desde a antiguidade, na ciência e nas diversas religiões, sobre a continuidade da vida após a morte, revelando que a morte faz parte do cotidiano humano e como tal deve ser encarada com seriedade e aceitação.

A psicologia explica que o medo provoca reações físicas como a tensão exagerada, a descarga de adrenalina e o pânico descontrolado. Especialistas da área ressaltam que o medo não é inato às pessoas e atinge a todos em vários graus e diversidades como: medo da morte; da má sorte; de ser assaltado; de perder o emprego; de ser encurralado e até o de ter medo.

O espírito Manoel Philomeno de Miranda, em uma mensagem ditada ao médium Divaldo Pereira Franco, assegura que a desinformação e as concepções erradas sobre a vida futura são responsáveis pelo temor da morte:

A falsa visão e informação que temos da morte: Somos acostumados a acreditar que existe um Céu e um inferno e torna-se apavorante a ideia de que respondemos pelos atos da vida por meio da condenação ou do descanso eterno.
O Materialismo: Quanto mais nos prendemos aos bens materiais, mais tememos a morte, pois sabemos que não poderemos levar riquezas para o além-túmulo.
Como acontece o desligamento da alma do corpo físico

Allan Kardec, Codificador da Doutrina Espírita, esclarece que o estado da alma varia consideravelmente segundo o gênero de morte, mas, sobretudo, segundo a natureza dos hábitos que teve durante a vida.

Morte natural -  O desligamento se opera gradualmente e sem abalo; frequentemente, ele começa mesmo antes que a vida se extinga. 

Morte violenta por suplício, suicídio ou acidente - Os laços se rompem bruscamente; o Espírito, surpreendido pelo imprevisto, fica como atordoado pela mudança que nele se opera e não compreende sua situação.

Na Revista Espírita, publicada no ano de 1859 na França, Allan Kardec, afirma que ao constatar a falência do corpo físico, sentimos um grande alívio e um imenso bem-estar. Em suas palavras “As almas progridem intelectual e moralmente, depois da morte, mais ou menos segundo sua vontade, e algumas progridem muito, mas têm necessidade de porem em prática, durante a vida corporal, o que adquiriram em ciência e em moralidade. Aquelas que estão estacionárias retomam uma existência análoga a que deixaram; as que progrediram merecem uma encarnação de uma ordem mais elevada.”

Kardec ainda acrescenta na mesma obra que a alma não somente reencontra no mundo dos Espíritos, os parentes e amigos que a precederam, mas também muitos outros que havia conhecido em outras vidas, geralmente, aqueles que por ela mais se afeiçoam o recebe em sua chegada ao mundo espiritual e auxiliam na libertação dos laços terrestres.

Reproduzido na integra a a partir do site: http://www.radioboanova.com.br/novo/noticia.php?NOTCODIGO=6325714&TAGDESCRICAO=

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